Meu ambiente de trabalho

Antes tarde do que nunca, vou adicionar mais um elo na “corrente do bem” criada pelo Anderson Casimiro a qual fui convidado pelo Jair Henrique. A brincadeira consiste em descrever as ferramentas do dia-a-dia e as regras são:

  1. Escreva sobre 7 itens de seu ambiente de trabalho – fale sobre qualquer ponto que quiser;
  2. Indique de 3 a 5 pessoas para que possivelmente façam um artigo sobre seu ambiente.

Sendo assim, elas são:

1. Shell

Não consigo me imaginar trabalhando sem a ajuda do terminal. É chover no molhado dizer do que ele é capaz. Mas, para mim, é o básico para qualquer programador, independente de plataforma;

2. Firefox & Chrome

Como programador web, é essencial ter um navegador e ferramentas de debug (como o firebug e chrome developer tools). Apesar de eu preferir o Chrome por sua interface e performance, o Firefox é muito melhor para fazer debug. Não consigo me desfazer de nenhum dos dois, eles sempre estão em dupla no meu computador;

3. (G)Vim

Atualmente, meu editor preferido. O Vim é excelente por ser tão robusto quanto você quiser que ele seja. Apesar de ser complicado no início, o esforço investido se justifica bem rápido;

4. Git

Eu me sentia satisfeito usando o SVN (talvez porque meu primeiro gerenciador de versão foi o Visual SourceSafe). Mas, o Git e o conceito de controle de versão distribuído conseguiram me surpreender e conquistar. Já faz mais de 1 ano que o adotei e ainda estou aprendendo e me aprimorando. Ainda quero experimentar o Mercurial, mas recomendo o Git (e GitHub) para todos;

5. VirtualBox

Não dá para garantir que seu aplicativo web seja funcional (e bonito) em múltiplos browsers sem testar nos navegadores que você pretende suportar. Como, infelizmente, não existem versões para linux de alguns dos browsers mais usados no mercado (IE7+, Safari), a única solução viável é manter um Windows virtualizado. Provavelmente, seus concorrentes (como VMWare) possuem recursos mais atraentes para usuários avançados. Como preciso apenas de uma forma rápida e simples de rodar os SO’s, o VirtualBox cumpre com louvor;

6. Meld

O Git mescla automaticamente as alterações entre branches nos poupando de muita dor de cabeça. Mesmo assim, algumas vezes é necessário um humano decidir o que fica e o que sai. Quando as diferenças são pequenas, é fácil resolver com um editor de texto. Em casos mais complicados, o Meld é um alívio;

7. Música (Não, eu não estou trapaceando)

Música é um elemento que me ajuda muito enquanto estou programando. Não dá para escutar música (sem incomodar todos ao redor) enquanto se faz pair programming, então esta dica só vale para sessões solo. Arranjos instrumentais costumam funcionar melhor comigo. Minha dica é a trilha sonora de The Matrix Revolutions, destaque para Neodämmerung.

Seguindo as regras do jogo, convido a participar:

  1. Daniel Cassiano
  2. Eduardo Maçan
  3. Felipe Plets
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