Criando Playbooks com Ansible

The_playbookA parte chata de quando se reinstala o sistema operacional ou cria uma máquina virtual é instalar e configurar tudo de novo. Cada programa, cada truque que foi feito no computador anterior terá que ser refeito no novo. Claro que, no caso da máquina virtual, você pode pode usar imagens de seu estado. Ainda assim, em algum momento você terá que repetir seu trabalho.

Para resolver este problema, coloquei minha preguiça de lado e comecei a criar meus próprios playbooks do ansible. Escolhi o ansible porque, ao contrário do puppet e chef, você consegue executá-lo em um computador remoto sem um serviço dedicado rodando no destino, tudo via SSH.

O meu playbook, atualmente, serve para configurar os meus computadores de trabalho (casa e escritório). Ainda estou aprendendo a usar o ansible e não sigo “à risca” as melhores práticas, mas tento manter tudo o mais simples possível — O que não é difícil, visto que é tão simples quanto editar um arquivo YAML. Meu playbook não contempla todos os softwares que eu uso, mas deve chegar lá em algum momento no futuro.

Saber que minha configuração não se perderá com uma simples troca de computador tem me estimulado a fazer uma série de micro-otimizações. Até agora estou gostando muito dos resultados e me divertindo com o processo. Se você cansou de ficar se repetido na configuração dos seus computadores (desktops e principalmente servidores), recomendo muito que comece a escrever seus próprios playbooks.

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3 pensamentos sobre “Criando Playbooks com Ansible

  1. Cheguei aqui a partir da sua resposta no StackOverflow. O Ansible é show. Dê uma olhada em como usá-lo com o Vagrant. Rodar um comando e criar uma máquina virtual do zero, configurando usuários, instalando softwares e configurando tudo é muito bom. Com o Vagrant você destrói e recria sua máquina do zero várias vezes. Ficará muito mais seguro que a coisas estão funcionando. Fora que passar criar um ambiente de “stagging” ou passar um ambiente de desenvolvimento para um colega passa a ser algo trivial.

    O melhor é que como tudo é especificado em arquivos texto, você mantém toda a configuração sob controle de versão.

    • Eu não tinha percebido até você comentar :). O criador deste tema colocou o seguinte no CSS da página:

      .comment {
      -moz-hyphens:auto;
      }

      Apesar de existir essa funcionalidade até até para o IE 10 (!), infelizmente, não funciona no chrome.

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